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Minha opinião, minhas loucuras

As lições do caso #LuizaqueestanoCanadá

As lições do caso #LuizaqueestanoCanadá

Nas duas últimas semanasformos pegos de surpresa com o sucesso repentino do meme em função da hastag #LuizaqueestanoCanadá e ele nos trás algumas lições, que gostaria de tratar: No que tange a força que tem as redes sociais, acho que a cada dia nos surpreendemos e aqui elenco casos como: Eleições 2010, Primavera Árabe, BBB12, Occupy Wall Street, Luiza e tantos outros, que surgem a cada dia e aparecem nos Trending Topics. E alerto, nós ainda iremos nos surpreender e muito com a força delas e com tudo o que elas vêm representando em nosso meio midiático. Outro ponto é a febre com que um twitter legal, uma postagem do facebook ou qualquer outra forma de interação social toma dentro do chamado mundo virtual, com comentários, retwitters e compartilhamentos.


No quesito das lições, a do ponto de vista pessoal, me leva ao questionamento de até que ponto podemos separar os mundos virtual e real. Essa interligação é saudável, a exposição virtual de fatos da vida real também, ou seria algo mais complexo e que nos remete a curiosidade, e aqui pergunto, quem nunca olhou a foto nova que aquele amigo postou, ou procurou saber onde alguém estava através das redes sociais? Começamos a verificar que na verdade elas nos ajudam a satisfazer uma curiosidade, um desejo, que em muitos casos não podemos fazer diretamente ou não queríamos que aquela pessoa soubesse. Relembro que dependendo da idade com que a pessoa é inserida nesse contexto, deve-se ter cuidados para problemas que podem aflorar, desde distúrbios de personalidade, até os chamados perfis fake, ou seja, falsos perfis que alguns se fazem passar pelo que não são ou até por alguém famoso.


Do ponto de vista comercial, somos remetidos a reflexões importantes, ou seja, já são 8 (oito) apartamentos vendidos no chamado Prédio da Luiza. E ai verifica-se a super exposição de uma adolescente de 17 anos, o novo furacão do marketing brasileiro, segundo portal Brasil Econômico, indago, será que isso é benéfico para a Luiza que voltou do Canadá? Até que ponto será duradouro ou trará benefícios, segundo especula-se o benefício econômico já está vindo e em proporção 4 (quatro) vezes maior aquela acordada inicialmente. Porém ainda pergunto: Alguém toca no nome do criador desse fenômeno? Sabe que é o repórter do Sistema Correio, Hyldo Pereira, porém a criatura está se destacando bem mais do que seu criador, que pouco foi exposto, mas todos sabem quem é. Desde a semana passada muitos já pegam carona na propaganda e no sucesso de Luiza, e hoje até a escola de intercâmbio, que levou Luiz ao Canadá, apareceu com um anúncio, remetendo e pegando aquela carona básica no fenômeno.


Por fim, lhes levo a seguinte reflexão: Será que estamos preparados para tudo isso? Ou iremos continuar nos surpreendendo e buscando formas criativas, meme’s e os bordões para nos divertir e quem sabe lucrar um pouco mais. Não quero dizer que ninguém é “bandido” ou “que está no Canadá”, para promover algo, mas quero apenas lembrar que somos um povo bem criativo e que devemos canalizar todo esse potencial para nos reinventar e assim desenvolver nossa nação, nosso estado, nossa cidade. Viva os brasileiros.

Última atualização (Dom, 22 de Janeiro de 2012 23:40)

 

Desenvolvimento: É preciso pensar em alternativas sólidas, acredito em nossa Paraíba.

Desenvolvimento: É preciso pensar em alternativas sólidas, acredito em nossa Paraíba.

 

Nesta semana fui de férias a Gravatá-PE, antes só tinha andado pelo lado de Santa Cruz do Capibaribe e Toritama no mesmo estado. Surpreendi-me e trago algumas considerações que deveremos levar em conta ao pensar em desenvolver nosso estado.

Um dos fatores primordiais que um estado deve buscar são formas estruturadas de desenvolvimento, aliados a questões especiais e vocacionais. Ao se pensar num desenvolvimento movido pelo comércio e pelos serviços, como tem sido o nosso caso nos últimos anos, ficamos reféns de situações que elevem e estimulem o consumo, sendo este a mola propulsora do chamado carro chefe da economia. Portanto faz-se necessário pautar nossos esforços não apenas em alternativas de desenvolver estes dois setores, como brada os CDL’s com a medida da chamada bitributação, deve-se buscar alternativas, em especial a industrial e a agrícola.

No segundo ponto de reflexão, me detenho a tratar: Será que temos vocação industrial? Levanto esta questão, pois já tivemos algumas indústrias e não conseguimos mantê-las, por que será? Basta andar em nosso distrito industrial. As que aqui estão se mantém graças aos incentivos fiscais, e pergunto seriam saudáveis tais artifícios? Fico bastante preocupado já que atuo no âmbito educacional e nele sei que não andamos formando mão-de-obra para isso. A construção civil, sabemos o quanto vem se desenvolvendo, pergunto: Até quando ? Sem ela onde iremos abrigar esta mão-de-obra? Capacitamos estes trabalhadores para outras funções?

São tantas indagações, porque, ao visitar estas duas cidades: Gravatá e Caruaru, aqui no estado de Pernambuco, vi duas vocações interessantes: (1)Gravatá, uma cidade eminentemente turística que ao meu ver não tem nada demais, a não ser um clima fenomenal e bons investimentos (aqui diga-se nos equipamentos turísticos e na divulgação), esses dois são importantes, a cidade é toda sinalizada (informações turísticas) e a população é voltada para o turismo, ou seja, você é bem recebido, desde a cidade ao hotel. Totalmente diferenciado. (2) Já Caruaru se destaca pela pujança de seu comércio e por aglutinar uma região que volta-se para ela como referência, como um norte. Daí explica-se as inúmeras pessoas que buscam adquirir produtos em seu comércio e de outros lugares até de outros estados, porém sabe-se que as três juntas: Caruaru, Toritama e Santa Cruz do Capibaribe, além de vender bem, eles , na maioria das vezes, produzem aquilo que vendem, volta-se ai para a vocação industrial, mesmo que sejam pequenas unidades fabris. Agregando ainda mais valor aos seus produtos.

 

Por fim, vejo que precisamos definir nossas vocações, explorando-as de maneira especial e buscando desenvolver-nos naquilo que somos bons. Daí buscar atrair investimentos privados, já que o público encontra-se estagnado. Mas deve-se cobrar do setor público, que os que venham a ser realizados sejam os necessários, na minha opinião são: conclusão do centro de convenções, sinalização turística eficiente, ampliação da malha viária e questão do trânsito em João Pessoa e Campina Grande, desenvolvimento dos pólos calçadista e de couros, melhoria do porto de Cabedelo (explorando inclusive a possibilidade turística) e busca do porto de águas profundas, divulgação do destino Paraíba, treinamento de nossa mão-de-obra turística, ampliação dos nossos Aeroportos, entre outros.

 

 

E agora, mãos a obra, minha parte farei, nas minhas aulas estarei enfocando alguns destes debates e você faça sua parte. Quero ainda conclamar a todos para cobrarmos de nossos governantes e parlamentares para carear recursos para nosso estado e assim executar tais obras estruturantes.

Última atualização (Seg, 16 de Janeiro de 2012 16:30)

 

Precisamos Inovar e não apenas Renovar

Precisamos Inovar e não apenas Renovar

 

Ao pensar em um novo ano, esta marca temporal, ou poderia considerá-la um ponto de ruptura, nos traz uma sensação ou bem nos leva a uma chance de começarmos diferente, de ter uma oportunidade de esquecer os erros e pensar naquilo que poderemos acertar. Pensar no novo, no que há por vir.

 

Para esta nova oportunidade, não poderemos pensar apenas em renovar, que entendemos como fazer novamente o que já foi feito, dar uma nova roupagem, mas devemos inovar, e aqui entendemos como introduzir novidade; fazer algo como não era feito antes.

 

Esta então torna-se uma oportunidade única em nossas vidas, neste 2012, ano importante, diversas decisões que modificarão nossa sociedade, dentre as quais elencamos duas: a) Eleições na UFPB e UFCG, para escolha dos novos reitores; e b) Eleição de novos prefeitos e vereadores. Todos com uma grande responsabilidade, trazer desenvolvimento, mudanças, transformações, que melhorem nossas vidas e gerem oportunidades a todos nós.

 

Para falar das universidades, invoco uma frase de um autor desconhecido, que nos fala assim: “Se conhece uma grande cidade, pais ou região pela importância de sua universidade”, nós temos aqui três grandes instituições federais, a UFPB, UFCG e IFPB; uma estadual a UEPB e ainda um Centro Universitário, diversas Faculdades e Institutos, todos reconhecidos nacionalmente e onde estamos como Estado, Cidade ou Região?

 

Por isso destaco, no campo universitário, a eleição dos os novos reitores, que irão ter um grande desafio, prestarem contas do dinheiro liberado pelo programa REUNI e apresentar os resultados, as chamadas metas físicas, respondendo ao que foi pactuado na liberação. Após esta fase, eles terão que se reinventar, pois os investimentos foram feitos, agora a sociedade irá buscar resultados, querer ver o que eles poderão contribuir com o desenvolvimento do estado, e assim melhorar em nossas vidas dando novas oportunidades aos nossos jovens.

 

Já no âmbito municipal, os gestores terão que enfrentar questões cruciais como trânsito, saúde (inclusive o problema da dependência química), educação (como ensinar ao jovem da geração Z, se nossas escolas estão tão atrasadas e nossos professores desmotivados), segurança pública (claro que sabemos que é um problema eminentemente da esfera estadual, porém alguns investimentos municipais fazem toda a diferença), sustentabilidade e com isso buscar desenvolver a cidade preservando também aquilo que temos de tão valioso a tranqüilidade.

 

Então, não podemos nos dar ao luxo de apenas renovar, deveremos inovar e sob pena de sucumbir, sem tentar buscar o novo, sem lutar e dando “à cara a tapa”, se expressar, do que apenas fugir daquilo trazido por nossa consciência. Certamente nos levar a fazer o novo, trabalhando por uma Paraíba diferente, unida, desenvolvida e de futuro.

Última atualização (Seg, 02 de Janeiro de 2012 18:52)

 

Nossas escolhas às vezes desconstroem nossa imagem

Nossas escolhas às vezes desconstroem nossa imagem

 

 

Nesta semana li a Revista Isto É e fiquei muito triste com o artigo de Márcia Cabrita: Última Palavra: Christiane F. e Eu.

 

Ela fala sobre sua experiência com educação visando prevenir o uso de drogas, diante deste fato, ela comenta que uns professores buscavam contar fatos absurdos e outros usavam o filme e o livro Christiane F., quem não conhece visite http://pt.wikipedia.org/wiki/Christiane_F.

 

 

Porém ela faz uma comparação que até certo ponto e válida, ou seja, não acha que deva existir a separação das drogas lícitas das drogas ilícitas, pois a cada dia somos pegos com casos onde as drogas lícitas contribuíram para motes e tantos outros absurdos. Neste ponto, aquele que exagera no álcool para lhe dar mais coragem e depois ele mata alguém num acidente de trânsito é igual ao traficante que levou a lama inúmeros lares e provocou a morte de diversos jovens.

 

Porém não podemos com isso, usar que o melhor caminho é a legalização das drogas, pois seu consumo tem conseqüências e com isso, vou consertar um erro com outros, fazer distinção, acho errado, pois os problemas são diversos, desde os de saúde pública até de segurança.

 

Por fim, acho que devemos orientar aos nossos jovens que isso não é o caminho melhor, que esta onde, apenas é momentânea e que não traz felicidade alguma, o problema é que somos o exemplo, já dizia São Francisco de Assis, “a palavra comove, mas o exemplo arrasta” se formos este exemplo seremos conseqüentemente aqueles que levaremos nossos jovens pro caminho do bem.

Última atualização (Sex, 22 de Julho de 2011 17:14)

 

Meus mestres, hoje sou apenas um espelho

Meus mestres, hoje sou apenas um espelho

 

Alguns me chamam às vezes de saudosista, mas gosto de fazer alguns exercícios simples e que muitas vezes, nos levam a respostas que nos deixam tristes ou até alegres demais. Um deles outro dia foi, em quem votei nas últimas eleições, voltei para 1998, minha primeira eleição, Prefeito e Vereador, porém este não é o cerne de nossa questão.

Penso que várias pessoas são responsáveis pelo que sou hoje, minha família e meus mestres. E me pergunto onde estão aqueles e aquelas, que me formaram? como estarão hoje, depois de tantos anos? Esta semana, fui com a família de minha esposa a cidade deles, Patu-RN, lá encontramos um contador e blogueiro, Vieira, ele mantém um blog sobre a cidade, http://www.patunews.com.br , neste blog ele tem um quadro, que chama-se, "Fotos Antigas de Patu", e meu sogro contribuiu levando algumas fotos bem antigas para ele, nesta conversa uma das coisas que me chamou atenção, foi a lembrança da Profa. Zezé, que estava em uma das fotos, isso me remeteu a cada uma de minhas professoras e professores, por onde eles andam?

Sei que tiveram um papel fundamental em como sou hoje, sei que não sou um exemplo tão bom, mas fui uma criança que teve inúmeras dificuldades, estudou em escola pública, hoje sou formado, especialista e mestre, em busca de um doutorado e professor da UFPB. E queria compartilhar esses homens e mulheres abnegados, que me ensinaram não só a vida, como também a lição de cada dia.

Agora, lhe faço a pergunta, e você lembra-se deles? Fala-se muito em educação, a Profa. Adriana Gurgel (aquela do discurso na AL-RN) mais será que ela será lembrada pelos seus alunos ou por ter se rebelado contra as amarras do sistema educacional brasileiro, que não nos valoriza? Falar em investir em educação é bom, traz até alguns votos, infelizmente não são suficientes para eleger um presidente (Sonho de Cristovam Buarque), porém só isso não vale, a sociedade tem que devolver o destaque que pertence ao professor, um exemplo, quem é mais bem recebido ou tem mais destaque, um professor ou um ex-BBB? Nem responda, já sabemos, o dito $uce$$o que ele tem é mais importante do que a educação de nossos filhos.

Aliás, são estes professores, que não valorizamos os que irão consertar tudo de errado que a família ensinou ou que a criança vivenciou, mais como disse o fantástico (show da vida) da rede Globo, ela mudou demais, para ensinar aos filhos, preciso dar apenas cada vez mais bens e brinquedos, as crianças, numa cultura consumista e nada mais de amor, carinho ou ensinamentos. Dotá-la de informações preciosas, Natal não é o nascimento de Cristo, é data do Papai Noel, presentes, Páscoa não é o sofrimento de Cristo, por todos nós, é a data do Ovo de Páscoa, dia das crianças, são mais presentes e assim por diante.

Acho que minha geração é culpada por muito disso, a anterior sofreu muito e a minha recebeu tudo o que podia e não podia, visando suprir a ida de nossas mães para trabalhar fora, a inserção de secretárias e babás cada vez menos preparadas, creches e berçários sem estrutura, os chamados depósitos de crianças.

Temos que buscar o quanto antes, mudar o rumo deste fim, devolver aos professores seu lugar em nossa sociedade, ensinar a nossas crianças a respeitá-los como fonte de conhecimento, proporcioná-los condições de crescer e não apenas de ter um emprego rápido.

Para finalizar gostaria de homenagear alguns dos quais me ajudaram a chegar onde hoje estou:

 

·         Elenita – Profa. do Colégio Sagrado Coração de Jesus em Cabedelo-PB

·         Silvanete – Profa. do Colégio Sagrado Coração de Jesus em Cabedelo-PB

·         Celuca – Proprietária do Colégio Sagrado Coração de Jesus em Cabedelo-PB

·         Franca – Profa. da Escola Estadual Argentina Pereira Gomes – João Pessoa - PB

·         Neide – Profa. da Escola Estadual Argentina Pereira Gomes – João Pessoa – PB

·         Santanda - Profa. da Escola Estadual Argentina Pereira Gomes – João Pessoa – PB

·         Eurimá - Prof. da Escola Estadual Argentina Pereira Gomes – João Pessoa – PB

·         Wellington – Prof. da Academia de Comércio Epitácio Pessoa  – João Pessoa – PB

·         Marcleide  – Profa. da Academia de Comércio Epitácio Pessoa  – João Pessoa – PB

·         Maria Helena – Coordenadora da Academia de Comércio Epitácio Pessoa  – João Pessoa – PB

·         Silva - – Prof. da Academia de Comércio Epitácio Pessoa  – João Pessoa – PB

·         Guerra – Prof. da UEPB

·         Maria da Paz – Profa. da UEPB

·         Cacau – Prof. da UEPB

·         Adilis – Profa. da UFPB

·         Hélida – Profa. da UFPB

·         Washington – Prof. da UFPB

·         Wenner – Prof. da UFPB

·         Paulo Roberto – Prof. da UFPB

·         Gilmar Martins – Prof. do IESP – Especialização

·         Gláucio - Prof. do IESP – Especialização

·         Sheila Barreto - Profa. do IESP – Especialização

·         Jorge Lopes – Prof. do Mestrado UFPE

·         Francisco Ribeiro – Prof. do Mestrado UFPE

Última atualização (Seg, 27 de Junho de 2011 18:43)

 
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