Joomla TemplatesWeb HostingWeb Hosting
Parceiros
logotipo luiz mendes - vertical.jpg fortes.gif wellington2.jpg banner-creduni.gif

Cafezinho e Descontração

Grupo de Emissores de Normas Contábeis é apresentado no CreCer

Grupo de Emissores de Normas Contábeis é apresentado no CreCer

Fonte: Fabricio Santos / CFC



O presidente do Conselho Federal de Contabilidade, Juarez Domingues Carneiro, e recém-empossado como presidente do Grupo Latino-Americano de Normatizadores Contábeis (Glass, sigla em inglês ou Glenif, sigla em espanhol), no último dia 28 de junho de 2011, fez uma breve apresentação do grupo para os congressistas do evento CReCER 2011, que acontece em Buenos Aires de 30 a 4 de julho.

crecer

Juarez Domingues Carneiro e Jorge Paganetti, presidente da FACPEC

Ao falar da importância da constituição do grupo, Juarez Carneiro enfatizou também que o trabalho em parceira com os países latino-americanos ajudará, ainda mais, a projetar o trabalho do Glenif para os outros países latinos que desejem contribuir com o trabalho a ser realizado.

O evento CReCER 2011 traz como tema o "Desenvolvimento dos mercados de capitais na América Latina e Caribe". Profissionais de vários países estarão reunidos até o dia 4 de julho para discutirem sobre o avanço da contabilidade no mercado de capitais. O presidente da FACPCE - Federación Argentina de Consejos Profesionales de Ciencias Económicas, Jorge Paganetti,  disse que as informações financeiras são primordiais para o desenvolvimento dos países e que o CReCER permitirá a troca de conhecimentos além das experiências dos outros países da América Latina.

crecer1

Glenif
Criado no dia 28 de junho de 2011, o grupo de Grupo Latino-Americano de Normatizadores Contábeis (Glenif, sigla em espanhol), terá o objetivo de trabalhar em parceria com o Ifac em aspectos técnicos, respeitando a soberania nacional de cada país membro; promover a adoção da convergência das normas internacionais emitidas pelo Ifac; cooperar com governos, reguladores e outras organizações regionais, nacionais e internacionais que contribuam para a melhor qualidade financeira dos estados e colaborar com a difusão das normas emitidas pelo Ifac.

A primeira diretoria do grupo tem como presidente do contador Juarez Domingues Carneiro. "Sinto-me honrado em liderar este grupo tão seleto de profissionais da contabilidade latina. O trabalho em parceria será recompensado com as futuras ações que iremos realizar em prol da contabilidade mundial". Integram o board do Glenif a Argentina (Vice-presidencia) , Venezuela, Uruguai, Chile e México.



28/6/11

Brasil lidera o  grupo de emissores de normas contábeis

A partir de agora, o Brasil, por meio do Conselho Federal de Contabilidade, lidera o grupo de emissores de normas contábeis de países latino-americanos e Caribe. A eleição ocorreu no dia 28 de junho de 2011, em Buenos Aires, Argentina. O contador Juarez Domingues Carneiro foi eleito, por unanimidade, presidente do grupo. "Este dia é histórico. Foi, sem dúvida, um grande passo dado pela contabilidade brasileira. Enfim, teremos voz perante os outros países", afirma.

glasss

da esq. para a dir.: Uruguai - Diretor - Jorge Bergalli; Venezuela - Diretor - Rafael Rodrigues Ramos; Chile - Diretor - Florindo Nunez Ramos; Argentina - Vice-presidencia  - Jorge Gil; Juarez Domingues Carneiro; e México - Diretor - Felipe Pérez Cervantes

Além do Brasil, integram o grupo Argentina (vice-presidente Jorge Gil) , Venezuela (Rafael Rodrigues Ramos), México (Felipe Pérez Cervantes), Uruguai (Jorge Bergalli) e Chile (Florindo Nunez Ramos). Ainda, segundo Juarez "O Brasil conquistou o reconhecimento dos normatizadores da América do Sul e do Caribe. Como presidente do grupo, representando o Brasil, sinto-me orgulhoso desta conquista em levar a voz da contabilidade latina para o Ifac".

O Grupo Latino-Americano de Normatizadores Contábeis - GLASS (sigla em inglês para Group of Latin-American Accounting Standard Setters) tem como objetivo trabalhar em parceria com o Ifac em aspectos técnicos, respeitando a soberania nacional de cada país membro; promover a adoção da convergência das normas internacionais emitidas pelo Ifac; cooperar com governos, reguladores e outras organizações regionais, nacionais e internacionais que contribuam para a melhor qualidade financeira dos estados e colaborar com a difusão das normas emitidas pelo Ifac.

glassss

O propósito de criar um grupo na América-Latina que liderasse os profissionais de contabilidade junto ao Ifac surgiu no final de 2008, por intermédio do presidente do Iasb, David Tweedie, que visitou o Brasil para tratar, dentre outros assuntos, desse possível grupo. David ficou impressionado com o trabalho realizado pelos contabilistas brasileiros.

glasssss

"A América do Sul tem um grande potencial e pode contribuir efetivamente com o trabalho que vem sendo realizado pelo IFAC", disse à época. Na tarde desta terça-feira, o grupo de normas, já constituído, informou ao presidente do Iasb sobre o dia histórico. "Tenho certeza de que os países vizinhos também criarão blocos de trabalho para que possamos, além de contribuirmos para o desenvolvimento econômico, tornar a contabilidade única".

Versão espanhol www.facpce.org.ar
 

PwC defende a relevância do auditor

PwC defende a relevância do auditor

Valor Econômico / CFC
Helen Thomas | Financial Times, de Nova York

Dennis Nally certa vez tentou reforçar suas habilidades no golfe praticando Bikram yoga - também conhecido como "hot yoga", uma vez que envolve a realização de 26 posições em 90 minutos sob um calor de 40ºC. "É um treinamento formidável", fala com entusiasmo o presidente do conselho de administração da firma de auditoria e consultoria PricewaterhouseCoopers (PwC). Mas ele não é mais um fã. "Descobri que você desenvolve uma tendência de trabalhar exageradamente os músculos, o que não é bom."

Talvez seja natural o fato de o chefe de uma companhia conhecida como uma das "Big Four" [as quatro maiores empresas de auditoria e consultoria do mundo] se preocupar com questões como força e tamanho. "Estamos numa verdadeira corrida para continuar sustentando nossa posição de liderança como a maior rede de serviços profissionais do mundo", diz ele em seu luxuoso escritório no centro de Manhattan, com vista para o Empire State Building.

Se a PwC, que emprega cerca de 162 mil em 154 países, vem liderando ou não essa corrida depende a quem você pergunta. Com receitas de US$ 27 bilhões em 2010, a organização está praticamente palmo a palmo com a Deloitte pelo posto de maior do mundo.

Nally, 59, que é presidente do conselho de administração da empresa guarda-chuva que abriga as várias parcerias da PwC desde 2008, não está apenas preocupado com o tamanho, e sim em como organizá-lo. As paredes de sua sala são decoradas com fotografias de pessoas famosas com as quais ele já esteve - Dmitry Medvedev, presidente da Rússia, Bill Clinton, ex-presidente americano, e Condoleezza Rice, ex-secretária da Estado americana -, mas Nally gostaria mesmo é de conhecer o Papa.

Sua própria fé católica tem pouco a ver com isso. Na verdade Nally parece impressionado com a façanha de coordenação que o Papa vem empreendendo. "Quando penso na Igreja Católica, todos os seus problemas, desafios e o que estão tentando fazer, fico imaginando que seria interessante passar um tempo curto, mas valoroso, com uma pessoa como ele", diz.
Com um sorriso irônico, ele menciona "o debate sadio" necessário para fazer todas as partes do império da PwC seguirem a mesma direção. Mas isso é algo que Nally aparentemente faz com prazer. "Em termos de como você movimenta uma organização tão grande quanto a nossa, tudo começa com a estratégia, um bom acordo e alinhamento com o que você está tentando fazer", diz ele.

Segundo de três filhos, Nally provavelmente está acostumado com vozes conflitantes. Nascido em Washington, ele se mudou para Detroit por força do emprego do pai no FBI. Em vez de seguir o pai na luta contra o crime, ele se viu investigando contas corporativas como auditor júnior da PwC. "Minha expectativa era a de que começaria na firma, passaria dois anos lá, conseguiria meu CPA [certificado americano de qualificação em contabilidade] e provavelmente acabaria trabalhando em uma montadora", diz ele. Na época, observa, quando Detroit era a "capital mundial do automóvel", todo mundo parecia acabar no setor.

Mas ele ficou na PwC. "Cresci no mundo da auditoria e me envolvi com algumas das maiores contas da firma, principalmente na área de tecnologia", diz ele.

Hoje em dia, o desafio de coordenar todas as diferentes partes da PwC vem acompanhado do escrutínio que a profissão de contador vem sendo alvo, por parte de autoridades reguladoras no mundo. A crise financeira e a recessão econômica que se seguiu levantaram dúvidas sobre a utilidade dos contadores afinal ou, como colocou Nally em sua carta ao presidente do conselho de administração no ano passado, sobre "a relevância no longo prazo da auditoria e o valor que ela proporciona ao mercado".

Eis um pouco de verborragia administrativa. "O envolvimento em uma discussão com os principais detentores de participações em torno de suas expectativas, e então o que podemos realmente fazer para garantir nossa relevância ou nossa sustentabilidade no longo prazo, é na verdade um diálogo que vale muito a pena ter", diz ele.

E as fraudes ou contabilidade enganosa? Certamente os auditores ficam na linha de fogo quando um caso desses acontece sob sua supervisão. Nally cruza os braços e pela primeira vez assume um ar defensivo. "Há padrões profissionais por aí e uma auditoria não é elaborada sobre esses padrões para detectar fraudes", diz, observando que a detecção de fraudes recai sobre outros indícios que incluem a governança de uma companhia, o tom adotado pela administração e os sistemas de controle.

"As razões disso acontecer dessa maneira são porque, embora sempre tomemos conhecimento de grandes fraudes, o número de situações como essas com as quais você de fato se depara é muito pequeno. Você não faz uma auditoria pela 'exceção' porque, francamente, o custo seria proibitivo para todos do mercado de capitais."

Assuntos quentes à parte, as autoridades reguladoras pairam no ar - ou, conforme coloca Nally com tato, "estão compartilhando suas perspectivas". No ano passado a União Europeia publicou um relatório onde demonstrava preocupações com a independência da profissão de auditor e com o domínio das Big Four. Nally vê méritos em algumas mudanças propostas, como a revelação de mais informações sobre os resultados de uma auditoria, em vez da atual postura aprovado-ou-não. Outras propostas, como o rodízio obrigatório das firmas, têm probabilidade menor de melhorar os padrões, diz.

"Quando você olha para o significado de algumas dessas instituições que auditamos, que realmente exigem conhecimento profundo, mudar os auditores de anos em anos fará você perder esse conhecimento institucional e diríamos que a probabilidade não é de uma melhoria da qualidade das auditorias; na verdade poderá ocorrer exatamente o oposto", afirma ele.

A qualidade da auditoria é uma questão que parece instigar Nally. Ele parece animado explicando: "Quando pensamos nas habilidades necessárias para se fazer uma auditoria hoje, em comparação há dez anos, vemos que elas são fundamentalmente diferentes."

A complexidade das organizações empresariais e a necessidade de conhecimento setorial, além de conhecimentos em escala global, tornou o processo de contabilidade muito mais complexo, afirma ele, e isso, entre outras coisas, levou à formação das Big Four.

Autoridades reguladoras estão agora questionando se essas quatro são na verdade "grandes demais para quebrar". Nally afirma que a importância delas simplesmente reforça a necessidade de gerenciamento de riscos de falência.

E no que ele chama de "um mercado intenso e competitivo", o alcance e os recursos de uma PwC, incluindo os braços de imposto comercial e consultoria, são necessários para atender as demandas complicadas dos maiores clientes de auditoria. Portanto, força e tamanho têm seus benefícios.
 

Justiça manda Scientec mudar natureza jurídica para funcionar na UFPB

Embora rotulada de associação sem fins lucrativos, ela na verdade desempenha atividades típicas de fundação de apoio universitário:

A Justiça Federal na Paraíba mandou a Associação para Desenvolvimento da Ciência e da Tecnologia (Scientec) alterar a natureza jurídica de associação para fundação de direito privado, conforme previsto na Lei nº 8.958/94, que dispõe sobre as relações entre as instituições federais de ensino superior e de pesquisa científica e tecnológica e as fundações de apoio. O prazo é de 120 dias (contados do trânsito em julgado da sentença).

Caso não seja realizada a adequação, caberá à Universidade Federal da Paraíba (UFPB) suspender as atividades com a Scientec e deixar de ceder servidores e professores integrantes do seu quadro de pessoal à associação. A condenação é decorrente de ação civil pública ajuizada pelo Ministério Público Federal na Paraíba (MPF), em agosto de 2008, através do procurador da República Roberto Moreira de Almeida.

Na ação, o MPF argumentou ser totalmente ilegal o funcionamento da Scientec nas dependências da UFPB, destacando o fato dela receber recursos públicos federais e de se valer de professores e funcionários da referida universidade, sendo uma associação (entidade sem fins lucrativos) e pessoa jurídica de direito privado.

Para a Justiça, é cristalina a necessidade de adequar a natureza jurídica da Scientec para que ela possa ser "contratada temporariamente pela UFPB, com dispensa de licitação, tendo em vista o princípio da legalidade que norteia a administração pública". Na sentença, afirma-se ainda que "a UFPB, na formação da parceria público-privada para o desenvolvimento de projetos e programas de pesquisa e extensão, deve seguir a forma estipulada pela legislação que passou a disciplinar a matéria. Se a parceria foi mantida sem observar os ditames que cercam a contratação unicamente de fundação, a partir da Lei nº 8.958/94, é eivada de nulidade".

A decisão foi proferida em 17 de maio de 2011, pela 3ª Vara da Justiça Federal na Paraíba.

Mais informações através do endereço eletrônico www.prpb.mpf.gov.br.

 

Fonte: PCI - Concursos

 

Capes lança novo programa de doutorado sanduíche no exterior e duplica número de bolsas

Capes lança novo programa de doutorado sanduíche no exterior e duplica número de bolsas
Da Assessoria de Imprensa da Capes

 

Foi lançado anteontem (28) o novo Programa Institucional de Bolsas de Doutorado Sanduíche no Exterior (PDSE). A iniciativa substitui o antigo Programa de Doutorado no País com Estágio no Exterior (PDEE) no sentido de ampliar, desburocratizar e facilitar o processo de concessão de bolsas de estudo de estágio no exterior. A primeira novidade do novo programa é a duplicação do atual número de bolsas.

Cada curso de doutorado receberá em 2011 duas cotas de bolsa, que representa 12 meses de estudo, que pode ser utilizada por até três estudantes em um período mínimo de quatro meses. A previsão é de que sejam oferecidas pela Capes 2.800 bolsas de doutorado sanduíche neste ano, parte de uma oferta crescente que deve chegar a 7.669 bolsas de doutorado sanduíche em 2014. O PDSE faz parte da meta do governo federal de chegar a 75 mil bolsistas no exterior, até 2014.

Para participar do PDSE, alunos de cursos de doutorado habilitados devem reunir a documentação necessária para a seleção prévia na instituição de ensino superior e encaminhá-la ao coordenador do programa de pós-graduação. A coordenação do programa irá compor uma comissão para análise das propostas e escolherá os candidatos aptos a participar. Então, o candidato apto faz sua inscrição online no site da Capes. As instruções detalhadas constam no regulamento do programa.

 

Conselho Federal de Contabilidade (CFC) oferece à Audiência Pública novas Normas Brasileiras de Contabilidade

AUDIÊNCIA PÚBLICA


O Conselho Federal de Contabilidade (CFC)  oferece à Audiência Pública as seguintes minutas de Normas Brasileiras de Contabilidade:

 
 

Norma Brasileira de Contabilidade

Arquivo

Prazo para sugestões

NBC TO 3402 - Relatório de Asseguração de Controle em Organização Prestadora de Serviço

doc
pdf

14/07/11

NBC TSP 1- Apresentação das Demonstrações Contábeis

 

doc

pdf

 

29/07/11

NBC TSP 2 - Demonstração dos Fluxos de Caixa

 

doc

pdf

 

29/07/11

NBC TSP 7 - Investimento em Coligada e em Controlada

 

doc

pdf

 

29/07/11

NBC TSP 8 - Empreendimento Controlado em Conjunto (Joint Venture)

 

doc

pdf

 

29/07/11

NBC TSP 12 - Estoques

 

doc

pdf

 

29/07/11

NBC TSP 26 - Redução ao Valor Recuperável de Ativo Gerador de Caixa

 

doc

pdf

 

29/07/11

NBC TSP 30 - Instrumentos Financeiros: Evidenciação

 

doc

pdf

 

29/07/11

Código de Ética do Contador

 

doc

pdf

 

29/07/11

NBC T SP 14 - Evento Subseqüente


doc

pdf

 

29/08/11

NBC T SP 16 - Propriedade para Investimento


doc

pdf

 

29/08/11

NBC T SP 17 - Ativo Imobilizado


doc

pdf

 

29/08/11

NBC T SP 19 - Provisões, Passivos Contingentes e Ativos Contingentes


doc

pdf

 

29/08/11

NBC T SP 25 - Benefícios e Empregados


doc

pdf

 

29/08/11

NBC T SP 31 - Ativo Intangível

doc

pdf

29/08/11


Solicitamos que as sugestões e os comentários sejam enviados, até a data divulgada como prazo final para sugestões (tabela abaixo), ao Conselho Federal de Contabilidade - endereço eletrônico: Este endereço de e-mail está protegido contra spambots. Você deve habilitar o JavaScript para visualizá-lo. ; ou correspondência para: SAS, Quadra 5, Bloco J, Edifício CFC, Coordenadoria Técnica - Brasília - DF - CEP 70070-920, fazendo referência à minuta em questão.  

Última atualização (Qui, 30 de Junho de 2011 14:36)

 
Mais Artigos...
Parceiro
Compartilhe já !