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Cafezinho e Descontração

Seminário Internacional de Informação de Custos no setor público.

Seminário Internacional de Informação de Custos no setor público

Teve inicio hoje (03/12/2009), no auditoria da ESAF, Brasilia, o Seminário Internacional Informação de Custos no Setor Público. O evento foi aberto pelo Dr. Nelson Machado, Secretário Executivo do Ministério da Fazenda e teve a participação de representantes do Tribunal de Contas da União, da Controladoria Geral da União, do Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão, além de representantes do mundo acadêmico constituido por Professores da UFPE e da UERJ,bem como da FGV e do Insituto Social Iris.

O seminário tem como objetivo promover o debate sobre mensuração de custos e destacar sua importância para a melhoria da qualidade do gasto no setor público, com vistas ao desenvolvimento do Sistema de Informação de Custos do Governo Federal.

Como destaque, cabe mencionar a palestra do Professor Emérito de Gestão de Finanças Públicas da Universidade de Speyer, Alemanha, que tratou da Reforma da Contabilidade dos Governos Centrais da Europa, com especial referência à Contabilidade de Custos.

Na palestra o Professor Luder tratou dos estimulos para as reformas na contabilidade e orçamento do setor público, com destaque para questões relacionadas ao déficit e divida pública, à necessidade de melhoria da eficiência, bem como à necessidade de melhoria na transparência e apresentação justa das demonstrações geradas pelos Governos.

Também apresentou as conclusões de sua pesquisas sobre a aplicação da contabilidade de custos como módulo de um sistema sob o regime de competência indicando as seguintes experiências:

- Todos os governos que implementaram contabilidade pelo regime dee competência, implementaram também contabilidade de custos;

- Custos é suplemento comprovadamente útil para a contabilidade patrimonial;

- Beneficio completo demanda orçamento sob o regime de competência;

- Incentivo para os gestores utilizarem informação de custos devido à sua importância em decisões de natureza orçamentária.

 

Curso de Contabilidade Aplicada ao setor público por Lino Martins da Silva

Curso de Contabilidade Aplicada ao setor público.

Por Lino Martins da Silva

Nesta segunda feira, dia 16/11/2009, foi iniciado em Uberlândia – Minas Gerais, o primeiro curso de Contabilidade Aplicada ao Setor Público promovido pelo Conselho Federal de Contabilidade. O curso irá até sexta feira, dia 20/11.

Com 40 participantes de todos os Estados do Brasil o curso tem por objetivo criar multiplicadores para essa nova fase da Contabilidade Pública brasileira com foco na evidenciação dos elementos do patrimônio, sem abandonar os conceitos e práticas orçamentárias vigentes no país.

A primeira disciplina, Teoria da Contabilidade com duração de quatro horas, foi ministrada pelos Professores Lino Martins da Silva, da UERJ e José Francisco Ribeiro Filho, da UFPE.

Logo no inicio da manhã foi apresentado um breve histórico do pensamento contábil a partir dos estudos produzidos de Eugen Schmalenbach, na Alemanha e das reflexões de Gino Zappa, na Itália, cada um com uma visão do patrimônio e do resultado. Alem disso também foi tratada da forte influência do positivismo de Augusto Conte na obra Teoria Positiva da Contabilidade escrita por Jean Dumarchey e traduzida para o Portugues numa ediçAo de 1935, por Guilherme Rosa em Portugal.

Também foram apresentados fragmentos da história da Contabilidade pública no Brasil a partir do Alvará Régio de 1808 e as discussões travadas quando da proclamação da República em 1899, quando os positivistas, como Alfredo Varela e Bejamim Constant, vocalizavam para a população que tudo que vinha do regime imperial era imprestável e, nesse conjunto, se incluia a Contabilidade por partidas dobradas.

Esta estigmatização da Contabilidade Pública levou os governos ao foco orçamentário com o abandono praticamente de todos os conceitos de patrimonio. Em que pese isso a Contabilidade, de um modo geral, recebeu valiosas contribuições a partir dos estudos de Herman Junior e de Lopes de Sa, este com a produção da teoria neopatrimonialista.

Alem da questão histórica também foram apresentadas as razões e a importancia de uma teoria contábil aplicada ao setor público vez que é a teoria que permite a compreensão, a descrição e a transformação dos fenomenos que afetam as estruturas do patrimônio.

Também não faltaram comentários e discussões sobre a escola economica que vê a Contabilidade com foco na orientação do processo decisório para a maximização da riqueza e da escola sociológica que enxerga a Contabilidade como vocacionada para a resolução dos conflitos distributivos.

Na parte da tarde o Prof. Joaquim Liberalquino, da UFPE, tratou dos Principios e Normas Brasileiras de Contabilidade Técnicas do Setor Público esclarecendo que todos devem ter a consciência que o processo de evolução da ciência contábil é permanente. No campo das ciencias sociais e aplicadas, essa evolução se pauta por multiplos aspectos, que envolvem relações entre agentes econômicos, estado, sociedade, países e suas formas de convergência; valores; cultura e necessidades atuais e futuras, que afetam a mensuração, evidenciação e valoração de ativos coletivos e individuais.

Nesta terça feira, dia 17/11/2009 teve continuidade, em Uberlândia, a realização do curso acima com a apresentação do tema “A receita e a despesa sobre o enfoque orçamentário”ministrada pelo Prof. João Eudes Bezerra Filho, Técnico do Tribunal de Contas do Estado de Pernambuco.

Na sua apresentação o Prof. João Eudes deu ênfase aos principios utilizados na Lei Orçamentária como, por exemplo: o da unidade, da universalidade, da anualidade, da exclusividade, do equilibrio, da legalidade, da publicidade, da especificação e da não afetação da receita.

Esclareceu que a receita sob o enfoque orçamentário, corresponde a todos os ingressos disponíveis para cobertura das despesas orçamentárias e operações que, mesmo não havendo ingreso de recursos financiam despesas orçamentárias e tratou da metodologia a ser utilizada na classificação da receita orçamentária, seja para identificar a natureza orçamentária ou extra-orçamentária ou a classificação economica como Corrente, Capital, Intra-orçamentária Corrente ou Intra-orçamentária de Capital.

No que se refere à despesa foi abordada a classificação institucional e a classificação funcional como o nivel de maior agregação da despesa e a classificação programática que trata das ações do governo estruturadas em programas orientados para a realização dos objetivos estratégicos definidos no Plano Plurianual.

Na parte da tarde foi apresentado o tema Controle Interno sob o enfoque contábil pelo Professor Victor Branco de Holanda, do Ministério da Fazenda e Prof. da Universidade Federal do Rio Grande do Norte. Iniciou esclarecendo os objetivos do Controle Interno, do ponto de vista contábil, como a seguir:

  • Salvaguardar os ativos e assegurar a veracidade dos componentes patrimoniais;
  • Dar conformidade ao registro contábil em relação ao ato correspondente;
  • Propiciar a obtenção de informação oportuna e adequada;
  • Estimular a adesão às normas e às diretrizes fixadas;
  • Contribuir para a promoção da eficiência operacional da entidade;
  • Auxiliar na prevenção de práticas ineficientes e antieconomicas, erros, fraudes, malversação, abusos, desvios e outras inadequações.

Em prosseguimento apresentou quadro mostrando que o termo controle pode apresentar dois tipos de conotações: uma positiva que diz respeito à capacidade de fazer com que as coisas ocorram exatamente como se deseja, como foi previsto ou planejado e outra negativa quando se refere ao controle como a capacidade de impedir que as coisas aconteçam e que as pessoas atuem conforme elas desejem, sendo essa última acepção um sinônimo de fiscalizar e supervisionar.

Por último apresentou comentários sobre as normas de controle interno aprovadas pelo COSO – The Comitee of sponsoring organizations, nas duas versões COSO 1 e COSO 2 demonstrando que o controle interno, a partir da visão COSO, é um processo desenvolvido para garantir, com razoável certeza, que sejam atingidos os objetivos da entidade.

O curso prosseguiu hoje, 18/11, com a apresentação e discussão dos temas 5. Plano de Contas aplicado ao seor público minitrado pelosProfs. Francisco Wayne, técnico da STN e Lino Martins, da UERJ, e do tema 6. Lançamentos tipicos na administração pública sob a responsabilidade de Francisco Wayne e Heriberto Henriques, técnico da STN.

No tema 5 foram apresentados os objetivos geral e especificos do novo Plano de Contas Nacional, conforme a seguir:

a) Objetivo geral – estabelecer normas e procedimentos para o registro contábil das entidades do setor público, permitir a consolidação das contas públicas nacionais e gerar as informações para tomada de decisão, da adquada prestação de contas e a instrumentalização do controle social.

b) Objetivos específicos:

(i) atender às necessidades de informaçao das organizações do setor público;

(ii) observar formato compatível com as legislações vigentes (Lei 4.320/64, Lei 6.404/76, Lei Complementar 101/2000, etc.), os Principios de Contabilidade e as Normas Brasileiras de Contabilidade Aplicadas ao Setor Público.

(iii) adaptar-se, tanto quanto possível, às Normas Internacionais de Contabilidade e das nacionais.

No tema 6 foram apresentados diversos lançamentos mostrando como era o registro anterior e como será efetuado o novo registro, promovendo debates sobre situações específicas como, por exemplo, a contabilização dos Tributos a Receber independentemente da inscrição na Divida Ativa como era feito anteriormente e das obras em andamento cuja autorização legislativa anterior poderá produzir efeitos patrimoniais nos exercícios seguintes a partir da efetiva liquidação da despesa. Alem disso ainda foram apresentados lançamentos referentes a depreciação de ativos e de imparidade além da reavaliação.

No dia 19 , na parte da manhã, foi ministrada a disciplina 7. Ëlaboração e Análise do Balanço Orçamentário e Financeiro, com o Prof. Heriberto esclarecendo que, com o advento do Decreto 4.976/2009, foram distribuidos para análise e contribuição do Grupo Técnico de Padronização de Procedimentos Contábeis, criado pela Portaria n. 136, de 06 de março e 2007, bem como para outros profissionais e contabilistas que tem participado do processo de desenvolvimento conceitual da contabilidade aplicada ao setor público.

Iniciou com a apresentação do Balanço Orçamentário e dos requisitos a serem cumpridos na sua elaboração e divulgação, prosseguiu tratando do Balanço Financeiro.

Na parte da tarde foi ministrada a disciplina 8. Elaboração e análise do balanço patrimonial e da demonstração das variações patrimoniais sob a responsabilidade dos Professores Inaldo da Paixão Santos Araujo, do Tribunal de Contas do Estado da Bahia e da Professora Diana de Vaz Lima, da Universidade de Brasilia.

No desenvolvimento da disciplina 8 foram apresentados os requisitos do Balanço Patrimonial nos termos das NBCT SP e da Demonstração das Variações Patrimoniais em especial o fato de que as mesmas devem apresentaqr as variações quantitativas e qualitativas resultantes e as independentes da execução orçamentária, bem como do resultado patrimonial.

Segundo comentário de alguns participantes com a apresentação do Prof. Inaldo e da Profa. Diana, as coisas começaram a clarear em relação a alguns conceitos que tinham ficado nebulosos quando da apresentação dos lançamentos típicos da administração pública.

Este talvez seja um assunto para reflexão dos organizadores com o objetivo de verificar qual a melhor forma de apresentação didática dos temas, ou seja, se na apresentação dos temas deve ser adotado o método indutivo (dos lançamentos para os Balanços) ou o método dedutivo (dos Balanços para os lançamentos)

Na sexta feira, dia 20 de novembro, foi encerrado o Curso acima com a apresentação do tema 9. Elaboração e Análise da Demonstração do Fluxo de Caixa e Demonstração do Resultado Econômico e do tema 4. Receita e Despesas sob o enfoque patrimonial.

Na parte da manhã os Professores Inaldo Paixão e Diana V. Lima apresentaram a Demonstração do Fluxo de Caixa esclarecendo que é uma demonstração contábil que deve permitir aos usuários projetar cenários de fluxos futuros de caixa e elaborar análise sobre eventuais mudanças em torno da capacidade de manutenção do regular financiamento dos serviços públicos, através do método direto ou indireto, devendo evidenciar as movimentações havidas no caixa e seus equivalentes de caixa.

Traçando um breve histórico da Demonstração do Fluxo de Caixa (DFC) no material distribuido aos participantes do curso foi mostrado que a DFC passou a ser obrigatória no Brasil para as sociedades anônimas com o advento da Lei n. 11.638/2007, não obstante o Instituto dos Auditores Independentes do Brasil (IBRACON) ter recomendado sua publicação, por meio do Pronunciamento n. 20, desde abril de 1999.

Finalmente, foram apresentados exemplos práticos do processo de elaboração da DFC pelos dois métodos: direto e indireto.

Também foi apresentada a Demonstração do Resultado Econômico que deve evidenciar o resultado econômico de ações do setor público, devendo ser elaborada considerando sua interligação com o sistema de custos e apresentar na forma dedutiva, pelo menos, a seguinte estrutura:

(a) receita econômica dos serviços prestados e dos bens ou dos produtos fornecidos;

(b) custos e despesas identificados com a execução da ação pública;

(c) resultado econômico apurado.

Apresentaram, ainda, os requisitos da Demonstração do Resultado Econômico e um breve histórico sobre a necessidade e utilidade dessa Demonstração para que os gestores dêem conta de suas ações e, principalmente, de suas escolhas orçamentárias.

Na parte da tarde o Professor Joaquim Liberalquino apresentou o tema 4. Receita e Depesa sob o enfoque patrimonial esclarecendo que de acordo com a Resolução do Conselho Federal de Contabilidade n. 1.121, de 28 de marçio de 2008, que dispõe sobre a estrutura conceitual para a elaboração e apresentação das demonstrações contábeis, receitas são aumentos nos beneficios economicos durante o periodo contábil sob a forma de entrada de recursos ou aumento de ativos ou diminuição de passivos, que resultem em aumento do patrimônio liquido e que não sejam provenientes de aporte dos proprietários da entidade.

Neste sentido foram apresentados os diversos critérios de reconhecimento da Receita e Despesa sob o enfoque patrimonial além de mostrar o relacionamento e integração entre o Regime Orçamentário (previsto no artigo 35, da Lei 4.320/64) e o Regime de Competência (previsto nos artigos 82, 85, 89, 100 e 104, da Lei 4.320/64.

Última atualização (Dom, 22 de Novembro de 2009 20:02)

 

Seminário Internacional Informação de Custos no Setor Público

Seminário Internacional Informação de Custos no Setor Público
TÍTULO:Seminário Internacional Informação de Custos no Setor Público
OBJETIVO GERAL: Promover a discussão sobre mensuração de custos e destacar sua importância para a melhoria da qualidade do gasto no setor público, tendo em vista o desenvolvimento do Sistema de Informações de Custos do Governo Federal
OBJETIVOS ESPECÍFICOS:- Apresentar resultado da pesquisa sobre expectativas dos potenciais usuários das informações de custos na Administração Pública Federal;
- Apresentar o conceito, estrutura e funcionalidades do Sistema de Informações de Custos do Governo Federal;
- Analisar a experiência internacional recente na mensuração de custos no setor público;
- Identificar propostas que subsidiem o processo de implantação do Sistema de Informações de Custos no setor público federal.
PÚBLICO ALVO: Servidores de órgãos e entidades públicas, especialistas e estudantes interessados na discussão sobre mensuração de custos e a promoção da eficiência, eficácia e economicidade na gestão de recursos públicos.
LOCAL E DATA:Dias 3 e 4 de dezembro de 2009, no Auditório da Escola de Administração Fazendária (ESAF), Brasília-DF
REALIZAÇÃO:Ministério da Fazenda e Ministério do Planejamento

INSTITUIÇÕES PATROCINADORAS:

Fundação Getúlio Vargas, Escola de Administração Fazendária (ESAF), Conselho Federal de Contabilidade e Embaixada Britânica no Brasil

Informações: http://www.socialiris.org/custos/aae.php

PROGRAMAÇÃO

 QUINTA-FEIRA, 03 DE DEZEMBRO DE 2009

8h30 às 09h30 – Credenciamento e Café da Manhã

9h30 às 10h30 – Cerimônia de Abertura

Nelson Machado – Secretário-Executivo do Ministério da Fazenda

João Bernardo Bringel - Secretário-Executivo do Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão

Arno Hugo Augustin Filho – Secretário do Tesouro Nacional

Mauro Sérgio Bogéa Soares – Diretor Geral da Escola de Administração Fazendária

Luiz Augusto Navarro Filho - Secretário-Executivo da Controladoria-Geral da União

Ubiratan Aguiar - Presidente do Tribunal de Contas da União

Marcos Vinícius Mazoni – Presidente do SERPRO

Carlos Ivan Simonsen Leal – Presidente da Fundação Getúlio Vargas

10h30 às 12h – Sessão I: Expectativas dos Usuários sobre Informações de Custos - Resultados da

Pesquisa Aplicada na Administração Pública.

Diretoria de Gestão Estratégica da Secretaria Executiva, Ministério da Fazenda

Debate – 30 min

12h às 14h – Almoço

14h às 16h15 – Sessão II: A Implantação do Sistema de Informações de Custos do Governo Federal -

Uma Base Ampliada de Apropriação de Informações

Victor Holanda – Diretoria de Gestão Estratégica/ SE/MF

Gilvan Dantas – Secretaria do Tesouro Nacional

Debate – 40 min

16h15 às 16h30 – Coffee Break

16h30 às 18h30 – Sessão III –: Experiências e Perspectivas da Utilização da Informação de Custos

na Administração Pública Internacional

Klaus Lüeder - Universidade de Frankfurt, Fundador da Pesquisa Internacional Comparativa em

Contabilidade Governamental (CIGAR) – 50 min

Debatedores: Fundação Getúlio Vargas e instituições acadêmicas – 40 min

Debate – 20 min

18h30 – Fim dos Trabalho do 1º dia

 SEXTA-FEIRA, 04 DE DEZEMBRO DE 2009

9h30 às 10h30 – Reunião das Oficinas de trabalho

Apresentação do roteiro de trabalho e debate dos temas (Vide Roteiro das Oficinas)

Oficina 1: Apropriação da informação de custo para a melhoria do processo de planejamento,

orçamento e execução financeira

Oficina 2: Apropriação da informação de custo para a gestão e sua interação com os atuais

sistemas gerenciais exclusivos dos órgãos setoriais (finalísticos)

Oficina 3: Desafios na integração dos sistemas governamentais e harmonização das estruturas

administrativas com foco da geração da informação de custos

Oficina 4: Experiências internacionais de utilização de informações de custos na gestão pública

Oficina 5: Diretrizes da STN para a adoção do regime de competência na contabilidade pública

brasileira: Estágio atual , perspectivas e principais desafios

10h30 às 10h45 – Coffee Break.

10h45 às 12h30 – Continuação – Oficinas de Trabalho

Continuação do debate (45 min) e consolidação dos comentários das oficinas (1h)

12h30 às 14h – Almoço

14h às 15h30 – Apresentação das Conclusões das Oficinas em Plenário

Relatores de cada Oficina de Trabalho

Debate – 30 min

15h30 às 17h – Resumo de Lições para o Brasil

Especialistas da Fundação Getúlio Vargas e instituições acadêmicas

17h às 17h30 – Cerimônia de Encerramento

Nelson Machado – Secretário-Executivo do Ministério da Fazenda

Roteiro para as Oficinas de Trabalho

As Oficinas de Trabalho serão responsáveis por discutir questões relativas às perspectivas e desafios na gestão da

informação de custos no setor público, proporcionando ambiente livre para discussões com aqueles que têm

interesse sobre o assunto e podem acrescentar novos enfoques ao tema.

O participante poderá selecionar, no ato de inscrição para o Seminário, até duas das oficinas abaixo para atender:

Oficina 1: Apropriação da informação de custo para a melhoria do processo de planejamento,

orçamento e execução financeira

Questões de debate:

a) Quais são as perspectivas de apropriação da informação de custo para a melhoria do processo de

planejamento, orçamento e execução financeira?

b) Como as informações de custos se integram às atividades da SOF, SPI, STN e CGU? Como os órgãos

centrais utilizarão as informações de custos?

c) Como a informação de custos pode subsidiar o processo orçamentário?

Oficina 2: Apropriação da informação de custo para a gestão e sua interação com os atuais

sistemas gerenciais exclusivos dos órgãos setoriais (finalísticos)

Questões de debate:

a) Quais as perspectivas de usos da informação de custos nos processos de gestão? Como as informações

de custos se integram às atividades dos órgãos setoriais?

b) Como os sistemas de informação setoriais poderão interagir com os subsídios gerados pelo Sistema de

Informação de Custos do Governo Federal?

c) Como incentivar o uso das informações de custos na gestão pública?

Oficina 3: Desafios na integração dos sistemas governamentais e harmonização das

estruturas administrativas com foco da geração da informação de custos

Questões de debate:

a) Quais os desafios para a integração dos sistemas estruturantes do governo federal com foco na geração

da informação de custos?

b) A estrutura atual favorece a mensuração de custos?

c) Quais são as principais ações a serem realizadas no curto, médio e longo prazo?

Oficina 4: Experiências internacionais da utilização de informações de custos na gestão

pública

Questões de debate:

a) Quais as principais correntes de pesquisa e qual o nível de adoção nos países e as principais

contribuições?

b) Qual a agenda internacional para discussão do tema?

c) Qual o Papel da Academia neste processo?

Oficina 5: Diretrizes da STN para a adoção do Regime de Competência na Contabilidade

Pública Brasileira: Estagio Atual, Perspectivas e principais desafios

Questões de debate:

a) Qual a agenda e os desafios da STN para o processo de convergência da contabilidade pública brasileira

aos padrões internacionais?

b) Qual a interação deste processo com o atual estágio do sistema de custos?

c) Como a STN vê a necessidade de capacitação dos contadores para esta nova realidade? Quais são os

atores que podem ajudar no processo de qualificação dos contadores?

d) Qual o papel dos ajustes contábeis no processo de geração da informação de custos?

Cada Oficina terá coordenadores para auxiliar a condução dos trabalhos bem como um relator a quem caberá

apresentar em plenário pontos de destaque na discussão da oficina e propostas para aprimoramento do sistema

de informações de custos.

Última atualização (Seg, 16 de Novembro de 2009 20:37)

 

CVM coloca em audiência norma que guia confecção dos balanços de 2010

CVM coloca em audiência norma que guia confecção dos balanços de 2010

A Comissão de Valores Mobiliários (CVM) deu um norte às companhias abertas brasileiras sobre como deverão publicar pela primeira vez os balanços individuais conforme as regras divulgadas ao longo deste ano.

A autarquia colocou em audiência pública na última sexta-feira o CPC 43, sobre "Adoção Inicial dos Pronunciamentos Técnicos CPC 15 a 40". Essa norma equivale ao CPC 37, que trata da adoção inicial do padrão internacional IFRS para o balanço consolidado, só que tem como objeto os demonstrativos financeiros individuais.

Exatamente por conta desta ligação entre os dois pronunciamentos, a CVM orienta as empresas a aplicar primeiro o CPC 37 e, posteriormente, fazer os ajustes de acordo com o CPC 43. A intenção da autarquia e do Comitê de Pronunciamentos Contábeis (CPC) é que o alinhamento entre o IFRS e a legislação brasileira seja o mais próximo possível, garantindo ao menos uma igualdade em relação ao patrimônio líquido.

A CVM reconhece, no entanto, que em alguns casos o balanço individual não poderá ser considerado oficialmente dentro do padrão internacional. Isso ocorrerá, por exemplo, quando houver reconhecimento por equivalência patrimonial do investimento em controladas pelo padrão brasileiro, enquanto no IFRS o registro é pelo custo ou valor justo. Outro caso está relacionado com a manutenção de ativo diferido de operações passadas que não conseguiram ser alocados em outras contas do balanço, conforme permite o art. 299-A da Lei 6.404. Uma terceira possibilidade de inconformidade entre as duas normas contábeis estaria relacionada com o saldo da reserva de reavaliação.

A Lei 11.638/07 permitiu que ele fosse mantido no balanço das empresas, e a CVM pede a opinião dos agentes de mercado para saber o que fazer com essa conta nos balanços individual e consolidado. Também na sexta-feira, a CVM colocou em audiência pública a Interpretação Técnica ICPC 12 sobre "Mudanças em Passivos por Desativação, Restauração e Outros Passivos Similares". Os comentários sobre as duas normas devem ser enviados para a CVM até o dia 3 de dezembro.

Na semana passada, as empresas receberam a notícias de que não precisarão apresentar o balanço do primeiro trimestre de 2010 já de acordo com os CPCs emitidos ao longo deste ano. Fica mantida, no entanto, a obrigação de atender às novas regras para o demonstrativo relativo ao próximo exercício social completo.

Fonte: Valor Econômico

 

Prof. João Marcelo irá apresentar dois artigos no evento da UERJ

O prof. João Marcelo irá apresentar dois artigos no XI Encontro do Mestrado em Ciências Contábeis da UERJ e no II Congresso Latino Americano de Contabilidade de Gestão.

Artigo: Implantação do sistema de informação contábil nas indústrias: Uma análise da percepção dos usuários após a implantação de um ERP em duas indústrias nordestinas.

Autores: Enizelâinde de Oliveira Américo - UFPB, Josicleide dos Santos Silva - UFPB, Roberta Viana Oliveira de Souza - UFPB, João Marcelo Alves Macêdo - UFCG / Lumen Faculdades, Jorge Expedito de Gusmão Lopes - UFPE e Marcleide Maria Macêdo Pederneiras - UFPB - Campus Litoral Norte

Artigo: Responsabilidade Social e Reputação Corporativa: Uma investigação sobre a percepção dos stakeholders numa concessionária de energia elétrica nordestina.

Autores: João Marcelo Alves Macêdo - UFCG / Lumen Faculdades, Josimar Farias Cordeiro - FAVIP/FADIRE, Luiz Arthur Cavalcanti Pereira - FAREC, José Francisco Ribeiro Filho - UFPE, Umbelina Cravo Lagioia Torres UFPE e Jorge Expedito de Gusmão Lopes - UFPE.

Última atualização (Sáb, 07 de Novembro de 2009 14:25)

 
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