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Cafezinho e Descontração

Palestra de representante do Ministério da Integração Nacional é destaque no último dia de Salão de Integração realizado pela UFPB

Palestra de representante do Ministério da Integração Nacional é destaque no último dia de Salão de Integração realizado pela UFPB
 

 

O segundo e último dia de Salão de Integração entre Universidade e Setor Produtivo na Paraíba, promovido pelo Laboratório de Materiais e Produtos Cerâmicos do centro de tecnologia da Universidade Federal da Paraíba (UFPB), foi marcado pelo amplo debate sobre desenvolvimento regional e a participação das universidades no incremento de arranjos produtivos. O destaque desta sexta-feira (30) foi a palestra da representante do Ministério da Integração Nacional, Adriana Melo Alves, que é coordenadora geral do programa especial da Secretaria de Desenvolvimento Regional do Ministério. Na oportunidade, ela apresentou diversas ações do Governo Federal para a região do semi-árido nordestino e chamou a atenção dos presentes para a necessidade do estímulo à pesquisa de extensão nas universidades, que para ela são as únicas instituições capazes de garantir tecnologia e inovação eficientes para o desenvolvimento de diversos arranjos produtivos.

Segundo a coordenadora, atualmente, o Ministério de Integração está trabalhando na integração nacional de rotas produtivas e, no caso do Nordeste brasileiro, o órgão está especialmente atento à questão do desenvolvimento do semi-árido. Durante sua apresentação, Adriana falou de cada um dos projetos desenvolvidos na região e ressaltou a importância da participação da Universidade Federal da Paraíba (UFPB) nesse processo. “A Universidade deve incentivar os programas de extensão para que os alunos e professores possam desenvolver conhecimentos acerca da região e ajudá-la a desenvolver-se. Em todos os programas realizados pela Secretaria de Desenvolvimento Regional do Ministério procuramos a parceria com as universidades”, disse, destacando a importância da realização do Salão de Integração.

 

 


 

 

“Acreditamos que a sustentabilidade desses programas passa, obrigatoriamente, pela oferta de conhecimento das universidades, principalmente em relação à inovação tecnológica e esse evento tem enorme importância nesse sentido, porque aqui estamos intercambiando as informações e, acredito que, lá na frente, poderemos desenvolver diversos arranjos produtivos no semi-árido”, afirmou. De acordo com ela, no semi-árido nordestino o Ministério da Integração trabalha especificamente com quatro rotas de integração produtiva: a rota da ovinocaprinocultura, a rota do Cordeiro, a rota do arranjo produtivo mineral e da água, com a construção de cisternas tanto para o consumo familiar como para a produção.

Para o idealizador do evento, o professor da UFPB, Luiz Renato de Araújo Pontes, a participação do Ministério da Integração no evento teve grande repercussão entre alunos e professores da UFPB. “Trazer o Ministério da Integração para conversar com estudantes e professores foi um marco para a nossa universidade, que conseguiu debater os problemas de forma ainda mais abrangente. A experiência com certeza terá conseqüências bastante positivas dentro e fora da universidade. O evento terminou com chave de ouro”, declarou o professor, fazendo referência à necessidade de parceria entre os setores produtivos e a universidade. “A universidade precisa de incentivo para pesquisa, do outro lado, o setor produtivo precisa inovar para competir. É uma união perfeita e quem ganha é o Estado, que terá seu desenvolvimento impulsionado”, concluiu. O secretário de Estado do Turismo e Desenvolvimento Econômico da Paraíba, Renato Feliciano, também esteve presente no evento.

 

Fonte: Ascom

 

Research in Accounting in Emerging Economies Call for Papers Special Issue on “Accounting in Latin America”

O prof. Cláudio de Araújo Wanderley (DCCA/UFPE), está editando, em conjunto com o Prof. Fábio Frezatti (USP) uma edição especial da revista “Research in Accounting in Emerging Economies” sobre contabilidade na América Latina. E estão divulgando informações "call for papers" aos interessados em submeter artigos para essa edição especial da revista, confiram as informações abaixo:

 

Research in Accounting in Emerging Economies

Call for Papers

Special Issue on “Accounting in Latin America”

 

Guest Editors:

Dr Cláudio Wanderley (Federal University of Pernambuco, Brazil)

Professor Dr Fábio Frezatti (University of São Paulo, Brazil)

 

Research on accounting in emerging economies has become very important because of the increasing role that emerging economies are now playing in the global economy. Though research is growing, with a broad geographical spread across developing and emerging economies at different development stages it is not extensive in any country apart from China. Despite their political and economic importance, very little research has been carried out about the accounting practices of Latin American countries. Therefore, there is very little systematic knowledge of the accounting issues within the context of the Latin American economies. Given the economic and political importance of the Latin American countries and the limited research that has been carried out on accounting in these countries, we believe that this special issue on “Accounting in Latin America” is opportune.

 

The research on accounting in emerging economies has portrayed accounting as a system with lower informational quality when compared to accounting practices in developed countries. In addition, accounting information in emerging economies is prepared more to meet tax and regulatory needs than to inform investors and managers. However, it is increasingly noted that accounting practices in developing and emerging economies are undergoing tremendous changes given the diffusion of international standards, increased international competition and the quests for economic growth and financial stability. As a consequence, this special issue seeks to foster the debate on accounting developments in Latin America caused by those internal and external pressures. We are particularly interested in exploring how local cultural attributes of the Latin American countries are reproduced in distinctive forms of accounting and accountability. We also welcome papers that discuss accounting developments in Latin America by assessing accounting systems against broader development goals, and how such systems are shaped by among other things, culture, ethnicity, corruption, coercion and political patronage.

 

We invite historical, theoretical, empirical, practical, and review papers, whether quantitative or qualitative, from scholars across disciplines on the following issues affecting accounting and accountability in the Latin American economies. Issues of importance include, but are not limited to:

· Historical development of accounting, including the development of the profession;

· Education, training, and the role of professional accounting bodies;

· Financial reporting and accounting standards;

· Auditing;

· Corporate governance;

· Management accounting issues;

· The impact of structural adjustment programmes and international financial agencies on accounting practices;

· Accounting, regulation, and privatization;

· Accounting and accountability issues in the public sector, NGOs, multinational corporations;

· Accounting practices in family businesses;

· The impact of culture, ethnicity, and history on accounting;

· The role of accounting in socio-economic development and poverty reduction.

 

The deadline for submissions is 31 March 2012. Accepted papers will be published in 2012/2013. Please prepare your manuscript according to Research in Accounting in Emerging Economies guidelines. For details, visit:

http://info.emeraldinsight.com/products/books/series.htm?PHPSESSID=gv6b3l19piv9558ph9flrlgd50&id=1479-3563

 

All enquiries and electronic submissions of papers should be sent to the guest editors:

 

Dr. Cláudio Wanderley, Federal University of Pernambuco, Brazil

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Professor Dr Fábio Frezatti, Universtity of São Paulo, Brazil

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Última atualização (Sáb, 24 de Setembro de 2011 12:18)

 

Convergência adiada

Convergência adiada

Fonte: Valor Econômico / CFC

Por Fernando Torres | De São Paulo

Um dos principais argumentos usados para justificar o processo de convergência do padrão contábil brasileiro para o modelo internacional IFRS sempre foi a facilidade para comparar os balanços de empresas nacionais com os de estrangeiras.

Como os investidores internacionais estariam habituados ao padrão, usado em mais de cem países e considerado confiável e de boa qualidade, isso reduziria o custo de capital das companhias.

Por ora, entretanto, o que se vê é que mesmo entre empresas brasileiras não há uma uniformidade nas práticas contábeis.

Isso ocorre porque o IFRS é baseado em princípios, e não em regras detalhadas, e também porque ele permite escolhas por parte das empresas.

Ao exercer seu poder de julgamento sobre qual a melhor forma de reconhecer determinado evento, algumas companhias acabam chegando a conclusões diferentes, o que pode dificultar a comparação simples dos números dos balanços.

O sócio de auditoria da Ernst & Young Terco Paul Sutcliffe cita, por exemplo, o tratamento que se dá a empréstimos no âmbito do Programa de Sustentação do Investimento do BNDES, com juros próximos de 5% ao ano. Algumas empresas, como Vivo e TIM, consideram isso uma subvenção do governo e, por isso, contabilizam a diferença entre a taxa paga ao banco e a praticada no mercado, bem mais alta, como uma receita na demonstração de resultado. Mas a maior parte das empresas não faz assim.

Há divergência também na forma de se registrar o pagamento de outorga em contratos de concessão. Algumas empresas colocam o valor devido dentro de uma conta do passivo, como OHL e Ecorodovias, enquanto outras informam o montante apenas em nota explicativa, caso da CCR.

Conforme já noticiado pelo Valor, entre as administradoras de shopping centers também há práticas distintas para se contabilizar o valor dos empreendimentos imobiliários. Enquanto BR Malls e Sonae Sierra avaliam seus imóveis a preço de mercado, Multiplan, Iguatemi, Aliansce e General o fazem pelo custo. O IFRS permite escolha nesse caso.

De forma geral, especialistas citam diferenças também em relação a taxas de depreciação de prédios, máquinas e equipamentos usadas pelas empresas e em relação ao método utilizado pelas companhias para apuração do valor justo de ativo biológico, como florestas, plantações e rebanho bovino.

Ao ser questionado sobre o tema, o diretor da Comissão de Valores Mobiliários (CVM) Alexsandro Broedel disse que considera os casos de divergência de prática como "pontuais". Ele afirmou ainda que não tinha a expectativa de que os balanços ficassem uniformes em todos os aspectos, mas sim de que o nível de transparência fosse o mesmo.

"A maioria das práticas deve convergir com o passar dos anos, mas algumas diferenças devem persistir", avalia o representante do órgão regulador do mercado, para quem isso exigirá uma atenção cada vez maior para as notas explicativas dos balanços.

Na opinião de Reginaldo Ferreira Alexandre, presidente da regional São Paulo da Associação dos Analistas e Profissionais de Investimento do Mercado de Capitais (Apimec -SP), se a situação é diferente, o julgamento realmente pode mudar de uma empresa para a outra. "As situações podem variar. E se é assim, é importante que haja distinção."

Nos casos em que um mesmo evento econômico é registrado de forma divergente, Alexandre destaca que o importante é a divulgação. "Aí os analistas podem ver qual prática eles preferem, o que levará a um processo de equilíbrio", diz.

A divergência de julgamentos dentro do IFRS não ocorre só no Brasil. A forma de cálculo do valor justo dos títulos da dívida grega acaba de gerar polêmica na União Europeia.

Os bancos alemães e britânicos, como o Royal Bank of Scotland, usaram os preços de mercado para registrar o valor dos papéis, com perda de 50% contra o resultado do período. Na França, bancos como o BNP Paribas julgaram que a liquidez dos papéis caiu tanto que o valor de negociação não seria uma boa referência para o valor justo. Usando modelos internos, eles registraram baixa de 21%.

Os auditores emitiram parecer sem ressalva nos dois casos, sendo que a Deloitte checa os números do RBS e é uma das três que avalia o balanço do BNP Paribas.

A divergência levou Hans Hoogervorst, presidente do Conselho de Normas Internacionais de Contabilidade (Iasb, na sigla em inglês), que é o órgão que emite as regras do IFRS, a escrever uma carta aos reguladores europeus para manifestar sua discordância quanto ao julgamento de que os mercados não estariam líquidos.

Segundo Amaro Gomes, único brasileiro no conselho do Iasb, o IFRS pede que as empresas divulguem a melhor informação possível dentro do seu julgamento. Apesar de reconhecer que pode haver tratamentos distintos em determinados momentos, ele avalia que a "disciplina de mercado" levará a práticas semelhantes. "Não é a norma que vai resolver, mas a reação do mercado, de analistas, reguladores, auditores e administradores", afirma.

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Manifesto do CFC sobre o rodízio de firmas de auditoria no Brasil

Manifesto do CFC sobre o rodízio de firmas de auditoria no Brasil
Fonte: Câmara Técnica CFC
 

Coordenação do II SBTCont participa da 1a Caminhada Contábil promovida pelo CRC-PB

Hoje pela manhã aconteceu a 1a Caminhada Contábil em João Pessoa-PB, é um dos eventos da semana do contador promovido pelo CRC-PB. Teve início a concetração a partir das  07h na Praia de Cabo Branco, após uma seção de alogamentos deu início e a coordenação do II SBTCont esteve presente para divulgar o evento, junto com seus parceiros e assim prestigiar cada vez mais a profissão contábil que necessita mostrar seu valor.

Confira as fotos

 

 

 

Última atualização (Dom, 18 de Setembro de 2011 13:22)

 
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